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Seminário de Educação Especial Inclusiva é realizado na Unespar, campus de Campo Mourão

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Evento, que também comemorou os 10 anos do Núcleo de Educação Especial Inclusiva (Nespi) da Unespar de Campo Mourão, aconteceu nessa quarta (17) e quinta-feira (18)
por Érica Kalinovski publicado: 19/06/2026 17h07 última modificação: 19/06/2026 17h07

Nessa quarta (17) e quinta-feira (18), o Núcleo de Educação Especial Inclusiva (Nespi), vinculado ao Centro de Educação em Direitos Humanos da Universidade Estadual do Paraná (Unespar), campus de Campo Mourão, realizou o III Seminário de Educação Especial Inclusiva: da eliminação de barreiras à valorização das diversidades na aprendizagem.

O evento, que também comemorou os 10 anos de fundação do Nespi, contou com uma programação diversificada, com convidados(as) locais e de outras instituições, e foi aberto às comunidades interna e externa. Na primeira noite, foi realizada uma homenagem à fundadora do Núcleo, a professora aposentada Evaldina Rodrigues. Em seguida, a palestra de abertura foi conduzida pela profa. Dra. Eromi Izabel Hummel. O tema abordado foi “Desenho Universal para Aprendizagem: um novo olhar para o ensino e aprendizagem na educação básica”.

Na quarta-feira (18), as atividades começaram pela manhã, com intervenções culturais em Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS), seguidas de mesas-redondas. A primeira participação foi dos(as) docentes(as) Me. Bárbara Caroline Tomé Machado Campoe, Eliel Machado de Moraes e Driely R. Padovani Ramos. O debate foi em torno do tema “O que a família espera da Educação Inclusiva?”.

Posteriormente, as palestrantes professoras Dra. Danielle Sayuri Saito e Me. Luciane de Oliveira ficaram responsáveis por dirigir a mesa-redonda intitulada “Características sensoriais e desenvolvimento escolar em estudantes com Altas Habilidades/Superdotação: interfaces e implicações educacionais”.

A programação retornou no período noturno, com quatro oficinas realizadas simultaneamente em diferentes espaços da universidade. Uma delas foi “Da Educação Infantil a Alfabetização: jogos e brincadeiras como estratégias para a inclusão”, com as convidadas professoras Clarissa Marcelha de Lima Pelincer e Karen Letícia Barbosa Marcelino de Souza.

Também tiveram as oficinas, “A música que inclui: caminhos sensíveis para crianças com TEA”, conduzida pela profa. Me. Claudia de Souza Rocha, e “Tecnologias Assistivas como Recurso Pedagógico para a Inclusão Escolar”, pelo prof. Esp. José Antonio Lopes. A oficina “Jogos Adaptados como Práticas Inclusivas para o Ensino de Libras”, sob condução das professoras Me. Katiuscia Wagner e Me. Joice Silveira, também fez parte do encerramento das atividades do Seminário.

De acordo com a profa. Dra. Elaine da Silva Nantes, que ao lado da profa. Dra. Cleudet de Assis Scherer, coordena atualmente o Nespi, o evento teve como objetivo promover reflexões, diálogos e a socialização de conhecimentos sobre a educação inclusiva, contribuindo para a formação de futuros professores comprometidos com a construção de práticas pedagógicas acessíveis, equitativas e respeitosas às diferenças humanas.